Os três pontos, Marcão e Fernandão

Torcida colorada novamente em bom número Foto: Site oficial do Internacional
No final da tarde deste sábado, dia 15, o Internacional teve uma partida de pouca inspiração, uma movimentação interessante e um zagueiro-lateral artilheiro.
O grande destaque deste confronto foi a torcida, que novamente compareceu em bom número ao Gigante. Em alguns instantes, setores do estádio pareciam impacientes com a fraca atuação do time em campo. Contudo, a equipe respondeu como deve ser: marcando gol.
O jogo começou carrancudo para o Inter. A equipe do Zequinha fechou os espaços e se retraiu, visivelmente interessada em não levar muitos gols. E o Internacional encontrou dificuldades para desenvolver seus truques táticos. Quando se concentrou e executou com leveza e concisão, chegou ao gol. Marcão mostrou oportunismo de centroavante ao mandar pro fundo das redes bola ajeitada por Fernandão.
Depois disso, o jogo caiu num marasmo de dar dó. O São José se defendia retraído e pouco investia no ataque. O Internacional tentava, sem sucesso, encontrar espaços no seu campo de ataque, que em momentos chegou a ter 20 homens concentrados por ali. Ficava difícil.
No segundo tempo, o time voltou mais decidido e novamente Marcão, em um belíssimo toque de trivela, deslocou o goleiro Ney e fez seu segundo gol, quinto da temporada, consolidando a vitória colorada e a manutenção da liderança isolada.
Na análise dos jogadores, Alex foi muito marcado e produziu pouco, pois em momentos tinha três marcadores no seu encalço. Guiñazú, como sempre, foi combativo e criou jogadas interessantes. Em uma delas deu um lançamento perfeito para Marcão, que descia pela ponta esquerda. Uma preciosidade.
Iarley jogou menos do que pode. Maycon cumpriu bem a função de Edinho. Andrezinho novamente entrou muito bem. Magrão se movimentou bastante e jogou uma partida de nível médio pra bom. Orozco não foi exigido, assim como Índio, que se aventurou diversas vezes ao ataque.
Mas o ponto positivo, ao meu ver, foi Fernandão. Estava daquele jeito: sonolento, errando passes de cinco metros, voltando muito pra fazer parede. Após o segundo gol, algo nele se incendiou. Começou a disputar bolas com a conhecida raça, deu um pique de uns 20 metros para dividir uma bola com a zaga, distribuiu passes perfeitos, tentou uma belíssima bicicleta e mereceu seu gol. Eu torci fervorosamente para que uma de suas tentativas se concretizasse. Ele mereceu. Não veio. Mas na quarta-feira vêm. Ele acordou e voltará a ser o nosso glorioso capitão, aquele mesmo que ergueu aos céus as duas maiores taças que um clube de futebol pode conquistar.
Os vinte e cinco minutos finais do jogo, valeram a pena pela sua reação.
Um forte abraço aqui do Sul.
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Serviço do Jogo:
Internacional (2): Renan; Índio, Orozco e Marcão; Wellington Monteiro (Adriano, 40min2ºt), Maycon, Magrão, Alex (Andrezinho, 29min30seg2ºt) e Guiñazu; Iarley (Gil, 28min30seg2ºt) e Fernandão. Técnico: Abel Braga.
São José-PA (0): Nei; Tiago Silva, Samuel e Bruno; Marcelo, Dario (Felipe), Jonas, Júnior Paulista e Pedro; Fabiano (Toledo) e Matão (Dênio). Técnico: André Luiz.
Gols: Marcão (I, 2), aos 11min55seg do primeiro tempo, aos 11min50seg do segundo tempo. Cartões amarelos: Alex, Iarley, Fernandão, Marcão (I), Marcelo, Jonas (SJ). Renda: R$ 155.257,00. Público: 21.513 (13.396 pagantes). Arbitragem: Carlos Simon, auxiliado por Altemir Haussman e José Franco Filho. Local: Beira-Rio.
Projeto Gigante para Sempre
Ontem, a direção do Sport Club Internacional apresentou, na câmara de vereadores de Porto Alegre, o mais ambicioso projeto da história do clube na era moderna. A total remodelação do complexo Gigante, que inclui a modernização do Beira-Rio e criação de toda uma infra-estrutura que visa aproveitar a privilegiada localização de nosso patrimônio, partindo da construção de marinas na orla do Guaíba, e de um complexo hoteleiro com centro de compras.
Realmente é de encher de orgulho a torcida colorada, pois a valorização da entidade perante este projeto será imensa, e colocará o Internacional no rol dos maiores clubes do mundo em termos de patrimônio e estrutura. No futebol, já conquistamos isto.
Ouvi uma entrevista do Presidente Vitório Píffero ontem, em uma rádio, e ele assegurou que o primeiro passo do projeto será dado em Abril. Os recursos para a cobertura total do estádio virão da venda de nosso saudoso Estádio dos Eucaliptos, onde foram disputadas algumas partidas da Copa do Mundo de 1950. Segundo Píffero, o local não gera nenhuma renda ao clube. É capital parado. Com a venda desta área, o valor resultante seria integralmente investido na primeira fase do projeto, que é a reestilização e cobertura do Estádio, que ocorrerá sem interdição, pois serão executadas em módulos separados.

Estou (assim como grande parte da torcida deve estar) muito ansioso para ver este projeto iniciar sua caminhada. Prazo para executá-lo temos, pois até a Copa são seis anos. Na verdade já demorou pra começar. Contudo creio que a direção queira fazer as coisas com calma e sem atropelar os fatos. A torcida aguarda para ver a transformação de nosso clube em referência do Brasil para o futebol mundial.
Com o plano de chegar aos 100.000 sócios e assim equilibrar as despesas do clube, esse importante passo será executado com sucesso. Na minha opinião, falta mais agressividade por parte do Marketing do Inter, seja em busca de sócios ou no desenvolvimento de produtos. Tudo isso gera renda, se for bem aproveitado.
Ontem, vi circulando um projeto na internet com o objetivode captar no mínimo 1% dos habitantes de cada cidade do RS para se associarem ao clube. Gostei. Está faltando mais objetividade para atingir essa meta de 100.000 associados. A torcida volta e meia aparece com ótimas idéias, basta este setor prestar atenção, pois o mercado que ele quer atingir está dando dicas de como os abordar! Tá facil demais, ô Sr. Marketing!!
Outra coisa são os produtos! Está na hora de aproveitar melhor esse nicho de mercado. Fazer pesquisas junto ao público que deseja atingir. Se todas as grandes empresas, líderes de mercado se preocupam com isso, porquê não fazer igual?
Explorando o grande potencial consumidor de sua torcida, esse projeto grandioso pode se tornar menos árduo. O Gigante da Beira Rio foi construído com colorados doando cimento, tijolos, areia e até trabalho braçal. Sempre que foi chamado, o torcedor respondeu.
Portanto, Sr. Marketing, não duvide do potencial e do amor dos colorados pelo seu clube! Acredite nisso que as coisas ficarão mais fáceis! Aprenda a ouvir suas sugestões e buscar suas opiniões com qualquer coisa que envolva a entidade Sport Club Internacional.
Um forte abraço aqui do Sul
A Batalha de Chapecó

Tal qual os soldados Farrapos, que guerrearam em solo catarinense pelo ideal Farroupilha, o Internacional têm a sua segunda batalha campal nesta noite de quarta-feira, aos 19 dias do mês de Março do ano corrente, na cidade de Chapecó, Oeste deste estado.
O clima instaurado é de guerra. Mas também de um grande evento, aguardado há tempos pela população local. Crises de identidade espocam aos borbotões. Colorados locais estão com o coração dividido: torcer pelo time da cidade ou pelo time do seu amor? A razão ou a emoção? O pequeno que quer ser grande e deseja entrar para a história ou o gigante que visa seguir seu caminho de vitórias?
Consigo imaginar tamanha angústia. Obviamente, muitos colorados que torcem também pelo Verdão deixarão se tomar pela alegria de ver tão próximo seu time do coração e torcerão fervorosamente pelo Internacional.
Mas respeito e admiro os que abrirão mão dessa oportunidade única e se posicionarão no lado oposto da trincheira, lutando contra um de seus amores.
Assim surgem novos times para o Brasil. Assim se firmam clubes que desejam galgar os patamares para alcançar o topo da elite no futebol nacional. É fundamental que sua torcida o acompanhe sempre, sem restrições.
Portanto, o que espero hoje é um belíssimo espetáculo não só dos times, mas também das torcidas, pois provavelmente veremos dois blocos definidos, consistentes e com um ideal em comum: apoiar incondicionalmente sua equipe.
Onde jogar esse Internacional tão internacional, sempre haverá colorados e coloradas entoando cânticos de incentivo. Mesmo nessas situações, a torcida estará lá, firme e forte como sempre.
Quanto ao time
Espero que no lugar de Magrão, que dá indícios de sua provável ausência, Abel coloque Andrézinho. E se Iarley também não puder jogar, que dê uma chance para os garotos. Guto teria minha preferência. Ambos prováveis ausentes estão com indisposição estomacal, algo que têm acontecido com uma frequência preocupante.
Caso Abel opte por Gil, também ficarei satisfeito. Ele têm aparecido bem nos jogos em que é chamado. Resta saber se fará o mesmo desde o começo.
Aniversários
O eterno Capitão estava de aniversário ontem. Um pouco atrasado, mas PARABÉNS Fernandão! És parte fundamental da família colorada. Seremos eternamente gratos por tua raça, tua devoção ao clube e tua postura exemplar fora de campo. Um verdadeiro Embaixador do Internacional. Um orgulho para todos nós!
Orozco também estava de “cumpleaños”. Parabéns!
Um forte abraço aqui do Sul.
Mais um passo dado

Fernandão em ação. Foto: Alexandre Lops
Numa noite de jogo difícil, o Internacional foi o único clube que conseguiu passar de fase sem a necessidade da partida de volta. Com muitas dificuldades para furar a retranca armada pelo time de Chapecó, o placar somente foi construído na segunda metade da etapa complementar e após a expulsão de um jogador do time da casa. Desse modo os espaços se abriram e finalmente o Inter pôde construir jogadas mais agudas.
No começo da partida, o time estava nervoso e demorou pra se impôr. Quando conseguiu, levou perigo com uma bela jogada de Alex, que deixou Andrézinho na cara do gol. Porém a conclusão foi defeituosa, passando muito acima do gol. Após isso, o Inter não levou perigo á meta de Nivaldo. Pelo contrário, sofreu contra-ataques. Em um deles, Renan fez uma de suas mais belas e difíceis defesas neste ano. O time da casa teve tudo para abrir o placar.
Perto do final da primeira etapa, o juíz (que apitava demais irritando até a Lissa, minha siamesa, que estava olhando do jogo comigo) não marcou um pênalti claro a favor do Internacional. Ele estava de frente e não mais do que 3 metros do lance. Erro grotesco e infantil.
O Inter voltou mais determinado para o segundo tempo, e logo no início, Fernandão quase marcou de cabeça. O jogo começou a esquentar, com ataques agudos de ambos os lados. Após entrada violenta em Fernandão, o volante Marcelo Guerreiro foi justamente expulso.
A partir desse momento, o Inter aproveitou sua vantagem numérica e ocupou o espaço deixado, vazando a defesa adversária tanto pelo meio como pelas laterais. E foi por ali que Marcão, depois de uma bela vitória pessoal sobre seu marcador, cruzou para o meio da área, onde Alex chegava em velocidade e só precisou escorar para o fundo das redes. Estava, finalmente, aberto o placar. Depois disso, o Inter tomou conta do jogo. O ingresso de Adriano e Guto deu muita velocidade e ofensividade ao time. E o prêmio por tanta insistência veio. Adriano disparou um míssil indefensável em diagonal, na entrada da pequena área, determinando o fim do sonho da torcida catarinense em visitar o Beira Rio.
Antes disso, Fernandão já havia perdido um gol feito. Merecia ter feito o seu. A prova de que sua fase irregular é também resultado de seu posicionamento foi deflagrada hoje. Após o ingresso de Adriano e Guto, Fernandão começou a ficar mais de frente para o gol. E rendeu mais. Repito: Merecia ter feito o seu.
Contudo, o que importa é que estamos na próxima fase. Sem jogo de volta e com uma preciosa folga no meio de semana. O time não jogou ás mil maravilhas, mas venceu e se classificou. Era esse o planejamento. A forma como foi atingido o objetivo deve ser revisada e analisada. Mas deve ser comemorada a meta alcançada.
Torcida Colorada sempre presente e em grande número. Foto: Alexandre Lops
Por fim, quero registrar o belo espetáculo das torcidas. A massa colorada, que marcou grande presença e foi presenteada com uma vitória importante. E a torcida do Verdão, que também fez bonito, com direito a bandeirão e tudo. Parabéns torcedor chapecoense. Foi uma bela festa.
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Serviço do Jogo
Chapecoense (0): Nivaldo (Ricardo); Marcelo Guerreiro, Téio e Augusto; Tiago, Maurício, Dino, Everton César, Santos e Éder; Cadu (Dalmo). Técnico: Luiz Carlos Cruz.
Internacional (2): Renan; Índio, Orozco e Marcão; Wellington Monteiro (Jonas, intervalo), Edinho, Andrezinho, Alex (Guto, 39min2ºt)e Guiñazu; Fernandão e Gil (Adriano, 13min2ºt). Técnico: Abel Braga.
Gols: Alex (I), aos 29min do segundo tempo, Adriano (I), aos 45min45seg do segundo tempo. Cartões amarelos: Augusto, Marcelo Guerreiro, Dino, Maurício, Dalmo (C), Índio, Alex (I). Expulsão: Marcelo Guerreiro (C). Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro (MG), auxiliado por Márcio Santiago (MG) e Helberth Andrade (MG). Local: Estádio Índio Condá, em Chapecó (SC).
Um forte abraço aqui do Sul
Encontro com o passado

Índio e Maycon, em 2007. Foto: Google Imagens
Neste Domingo de páscoa, o Internacional teve um encontro com seu passado. Não muito distante, mas incômodo. Há um ano, neste mesmo Antônio David Farina, foi eliminado prematuramente da competição por um Veranópolis determinado e muito bem orientado, pelo hoje técnico do Inter-SM Paulo Porto. Aquele ocorrido ficou engasgado na garganta dos torcedores e jogadores. O que se viu em campo nesta tarde de Domingo foi um Inter determinado, agudo, marcador, perigoso e efetivo. Com ganas de dar o retruco. E deu. Eliminou seu algoz da edição de 2007 dentro de sua própria casa.
Devido ás ausências de Alex, Iarley, Fernandão, Marcão e Wellington, foram a campo Gil, Adriano, Andrezinho, Bustos e Titi. Todos, exceto Bustos que não foi muito bem, entraram e deram conta do recado. Destaque para as estrelas de Gil e Adriano. Mereceram os gols. Mas principalmente Adriano. Jogou muito, sempre preocupando a defesa adversária, atuando com muita velocidade e objetividade.
Titi foi a surpresa na defesa. Jogou muito bem. Seguro nos desarmes e tranquilo na saída de bola, demonstrando maturidade e evolução. Mais um bom zagueiro pode estar se firmando no Gigante. Andrézinho armou e compôs bem a meia cancha. Magrão fez uma de suas melhores partidas pelo Internacional. Enfim, todo o time jogou em um nível muito bom.
O que anda me preocupando é a irritação de Guiñazú. Ele vêm há uns três ou quatro jogos dando uns carrinhos criminosos e apresentando destempero diante de situações críticas. Foi expulso após receber uma entrada violenta, onde quase saiu aos tapas com o autor da falta. A maior qualidade de Guina é justamente a força sem violência. A chegada limpa e a roubada de bola na raça, não na truculência. Abel precisa conversar com ele pra saber o que está ocorrendo. Se o argentino está se sentindo sobrecarregado, ou têm algum problema dentro ou fora de campo. Não podemos jogar sem ele. É peça fundamental neste Internacional de 2008.
Neste Domingo de Páscoa, o Inter carimbou a liderança da chave e fez a alegria dos colorados que foram ao estádio ver de perto uma boa vitória, com um belo desempenho. É a confirmação do ótimo grupo que está á disposição de Abel neste ano.
Um forte abraço aqui do Sul.
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Serviço do Jogo
Veranópolis (1): Willian (Marcão); Thoni, Nelinho, Xavier e Jal; Coracini, Mikimba (Neném), Eduardo e Lúcio Flávio; Guto (Kito) e Sandro Sotilli. Técnico: Gilmar Dal Pozzo.
Internacional (3): Renan; Índio, Orozco e Sidnei; Bustos (Jonas, aos 40min2ºt), Edinho, Magrão, Andrezinho (Ramon, aos 12min1ºt) e Guiñazu; Adriano e Gil (Roger, aos 27min, 2ºt). Técnico: Abel Braga.
Gols: Gil (I), aos 27min30seg do primeiro tempo, Adriano (I), de pênalti, aos 46min do primeiro tempo, Adriano (I), aos 27min25seg do segundo tempo, Sandro Sotilli (V), de pênalti, aos 29min do segundo tempo. Cartões amarelos: Jal, Thoni, Xavier, Eduardo (V); Guiñazu, Orozco (I). Expulsão: Neném (V) e Guiñazu (I). Arbitragem: Leandro Vuaden, auxiliado por José Silveira e Júlio César Santos. Local: Estádio Antônio David Farina, em Veranópolis.
100 Anos, 100 Mil Sócios
O Internacional deflagrou hoje mais um ambicioso projeto que está inserido nos festejos de seu centenário: chegar ao expressivo número de 100.000 sócios. Para os padrões nacionais de futebol, será um feito impressionante. Clubes com reconhecida numerosidade de torcedores do eixo RJ/SP ainda não alcançaram essa marca. Sequer estão próximos da atual situação do quadro social colorado. 
Segundo Jorge Avancini, vice-presidente de Marketing do Inter, o clube dispõe de 53.000 sócios ativos. Desse número, cerca de 15.000 pagam sua mensalidade com o débito em conta, e algo em torno de 10% do total de associados estão em atraso com suas contribuições. Os números atuais já são impressionantes. Prova de que o caminho escolhido está correto até o momento.
Novas frentes de ataque foram pensadas para se alcançar a ambiciosa meta. Criação de uma competição entre os consulados, que terão a missão de conquistar 1% de sócios nas suas cidades e assim se habilitar para premiações.
Buscar nas escolas, universidades e locais com essa finalidade, novos sócios por meio de agentes autorizados pelo clube atuando como vendedores.
Junto á isso, ainda é possível se associar através do site do clube, ou buscando no Beira Rio ou por telefone o Centro de Atendimento ao Sócio (CAS) 51-3230-4561 e 3230-4562.
Acredito e confio que a meta proposta será alcançada. Essa maravilhosa torcida, que ajudou a erguer um dos maiores estádios do País e se associou massivamente quando convocada pela nova era administrativa, é capaz de feitos tão relevantes como os do clube que ama.
Por isso, vamos tornar ainda mais bonita a festa de nosso centenário no ano que vêm. Quem ainda não se associou, agora é a hora. Quem está em atraso, ponha seus débitos em dia. Vamos, mais uma vez e de mãos dadas como nossos antecessores, “construir um Beira Rio” nesse novo século. Realizar e participar ativamente de mais um grande momento na história desse grandioso clube. Deixar como legado para nossos filhos - assim como os pais, os avôs das famílias coloradas o fizeram no século passado – nossa participação em mais este salto evolutivo que o Internacional está iniciando.
Te associa, vivente!
Um forte abraço aqui do Sul
Mateus Reck é Gaúcho, da bela cidade de Gramado, colorado doente, nascido quase no fim da década vermelha de 70 (1977), onde quem reinava nesse país era o Internacional de Falcão, Don Elias, Carpeggiani e Batista. Tinha grande inveja dos colorados que acompanharam a década vermelha, mas hoje se orgulha de fazer parte da geração que ajudou o Inter a conquistar o Mundo. Seus grandes ídolos de infância foram Nílson, Amarildo, Taffarel e Luis Carlos Winck. Hoje, se sente privilegiado de ir ao Beira-Rio e ver Fernandão, Clemer e Iarley envergarem o manto vermelho sagrado. Trabalha com Telefonia IP e Tecnologia de Informação.